Eu só encontro você
É absurdo. É só absurdo. Algo tão parecido com amor que confunde a vida . - Nahama Gomes Riesling .
Home
Archive
Theme By Jon
Permalink
Você sabe. Acho que sempre soube. Eu tinha medo de gostar de alguém, de me envolver, de me mostrar sem disfarces. Amar dá um medo danado. De perder a liberdade, a identidade, de se machucar, de não saber mais voltar.
Permalink
Permalink
O difícil é quando ele é o cara errado pra você, mas você é a mulher certa pra ele. Aí fode tudo. Errado com errado acaba em putaria, certo com certo acaba em casamento, mas errado com certo acaba em eu deitada na cama chorando em cima do travesseiro. Acaba comigo.
Permalink
Eu sou apenas a garota angustiada, de cabeça metralhadora, de tremedeira na existência, de maxilares travados de tanto que dói gostar tanto de tudo. Eu sou apenas a garota que tenta ser amada. E sou profundamente amada por alguns meses, até o garoto segurar firme a minha mão e dizer “nós somos inseguros e queremos uma garota normal”. E então eu me pergunto se não deveria lobotomizar meu cérebro pra pensar menos, lobotomizar meu coração pra sentir menos (…)
Permalink
Permalink
O mundo acaba hoje e eu estarei dançando com
você
.
Permalink
Ela gosta do tango, do dengo, do mengo, domingo e de cócega
Ela pega e me pisca, belisca, petisca, me arrisca e me enrosca.
Permalink
Só você,
Hoje eu canto só você
Só você
Que eu quero porque quero, por querer…
Permalink
Não precisa gostar de mim, só não quero que me dê motivo pra gostar de você. Talvez eu seja mesmo assim, eu quero tudo que não tenho e fico sempre esperando o que eu não vou ter. Quem sabe eu inventei você do jeito que eu achei melhor, mas esqueci que era vida real. Não tinha crédito final.
Permalink
Por favor, não some de mim.
Permalink
Tomei coragem, respirei três vezes e escrevi em um papel minúsculo: “Venha me ver, menina, venha me ver que não sei mais onde afogo essa saudade.” Amarrei em uma florzinha com a mão suada, meu corpo trepidava para chegar naquela moça. Logo a Luíza, dos vestidos rodados cheios de mistérios por baixo. Logo na mocinha que atrás de uma árvore me roubou os lábios. Minha pele parece fugir do meu corpo. Eu aqui, caladinho, jogador de futebol de quinta, brincava de bola de gude nas esquinas. E ela? Ela… É demais, nem um beliscão vai me acordar dessa realidade dupla que ando vivendo, dos pedaços de árvore, dos livros de poesia que ando lendo, do meu coração de adolescente travesso quase tendo um ataque. Ai, ai, essa menina-moça. Já andamos de bicicleta até o canal por onde passa o rio do estado, perdi meu estado de sanidade e joguei a bela moça em cima do pano que era para sentarmos. Não sei de onde tirei aquilo, só a queria para mim e ela sambou entre as folhas caídas e me domou. Essa menina morena, encabulada e quando eu ganho um sorriso meio de lado, é minha maior conquista. Esse meu amorzinho de jovenzinho mudo, me faz ter uma força, parece que vou dominar o mundo em cima dos muros, quando pulo só para vê-la. Ai, ai, ai… Esse meu amor, aonde vai me levar? Não pergunto, só vou abrindo a mata que fica no meio do caminho, pois ela, minha mais bela moça, quer passar.
Permalink
Sou apenas mais um alegre deprê.
Permalink
Um clichê. Ser sozinho é tão comum, estar acompanhado também. Estar apaixonado, arrependido, magoado, ser roubado, rotulado. Tão comum, tão entediante. Se afogar nos lençois, colocar no play aquele música que exala melancolia, ver aquele filme romantico que sempre tem a moçinha desamparada e o tolo em busca de um amor, tão clichê como um final feliz. Um amor não correspondido, daquele que te faz explodir versos e textos ao teu amado, que nem sequer sabe o teu nome, nem sabe do teu existir e se ao menos souber teu nome, pouco se importa. Tentar controlar os sentimentos, fingir de durão para não sair como a vitíma mal amada da história. Procurar nos livros um escape do mundo que só te faz querer mais alguém pra amar e poder desfrutar bons momentos, mesmo sua árvore não tendo raiz. Tudo tão comum, tão clichê, tão hoje. Dificil mesmo é encontrar alguém disposto a ser feliz sozinho, que se priva de amar por medo de chorar. Dificil é encontrar um ser sorridente, que admira o tanto o sol que seus olhos nadam por horas e teu pensamento voa longe, dificil é escrever sobre amor sendo feliz, dificil é ser.
Ser.
Permalink
Não tenho vergonha de ser triste. Eu tenho um lado todo moleque, mas também tenho o lado “sentado a beira do caminho, soltando bolha de sabão”.
Permalink